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Archive for the ‘Notícias’ Category

Google estreia banco de dados na nuvem

Sem fazer alarde, o Google acaba de colocar o pé um novo terreno: o de bancos de dados hospedados na nuvem.

O gigante das buscas anunciou no seu blog de pesquisas um banco de dados chamado Fusion Tables, tendo como bandeira principal a facilidade de uso.

“O Fusion Tables não é um sistema de banco de dados tradicional focado em queries complicadas de SQL e processamento de transações”, define o post sobre o novo produto.

A proposta da ferramenta é fundir a gestão de dados com a colaboração, unir múltiplas fontes de dados e discussões sobre eles, consultas, visualização e publicação na web.

Na versão apresentada esta semana, é possível fazer o upload de grupos de dados (por enquanto o limite é de 100MB por conjunto de dados e 250MB por usuário).

É possível abrir todos os dados para colaboração ou manter parte fechada, além de selecionar níveis de compartilhamento com diferentes usuários.

Por enquanto a ferramenta está em fase inicial de testes, mas se o Google entrar com força no segmento poderá desafiar mais um vez gigantes como IBM, Microsoft e Oracle, desta vez em uma nova frente de negócios.

Fonte: Info Online

Nascem as 3 primeiras extensões do Chrome

O Google Chrome deu mais um passo para enfrentar Internet Explorer, Firefox, Safari e Opera. Três extensões experimentais para o navegador já estão na web. Nenhuma delas pode ser chamada de espetacular, muito menos se compara a qualquer um dos milhares de complementos disponíveis para o Mozilla Firefox. Sua criação, mostra, contudo, que o desenvolvimento do browser do Google está avançando a uma velocidade supersônica. Não vai demorar muito até que o software tenha ferramentas suficientes para abocanhar um grande naco do mercado. As três extensões disponíveis na web por enquanto só funcionam na versão para desenvolvedores do Chrome. Ou melhor, funcionavam. Quando o programa evoluiu para da versão 2.0.XX para a 3.0.XX, dois dos três complementos sumiram da barra inferior do browser nos testes que fizemos na INFO: o Subscribe in Google Reader, para assinar RSS, e o BuildBot Monitor. Ainda dá, no entanto, para instalar o útil Gmail Checker, que mostra quantas mensagens estão na caixa de entrada do webmail. Quem optar por fazer isso deve primeiro ativar o canal de desenvolvimento do Chrome, baixando o Chrome Channel Changer – como diria o filósofo Silvio Santos, é por sua conta e risco. Depois, é necessário clicar com o botão direito no atalho do Chrome e, no final do campo “Destino”, acrescentar o termo –enable-extensions. Pronto. É só executar o browser clicando no atalho e entrar na página onde os complementos estão disponíveis. Clique em “Install” e voilà! Ao contrário do Firefox, não é necessário reiniciar para que a extensão funcione. Nos primeiros estágios, todo esse processo era ultracomplicado e dividia-se em intermináveis etapas. Agora, depende de apenas um clique. Para remover o complemento, também não há mistério. Basta digitar chrome://extensions e, depois, clicar em “Uninstall”. E agora, panda vermelho? E agora, Bill Gates?

Fonte: Info Online

Jolicloud – Você nas Nuvens

Estou abrindo com este post uma série de posts sobre este novo tema Computação em Nuvem. O pessoal do Jolicloud em seu manifesto acreditam que a computação em nuvem trata-se de um movimento. Trata-se do barateamento de sistemas computacionais, serviços online tão bons quantos os offline, e preços mais baixos do Mbps trazendo um “movimento” dos arquivos do computador pessoal para a “nuvem”.

Já a um tempo usamos serviços assim (eu, particularmente, utilizo muito os serviços do google), tais como o docs, mail, reader, calendar (todos do google). O dropbox veio para armarzenar os meus arquivos e fazer um sincronismo entre a minha casa e o trabalho. E por último o plugin do Firefox Xmarks joga pra nuvem os meus favoritos do firefox permitindo-me tê-los em qualquer máquina que tenha um firefox e acesso a internet.

Acesso à internet é o ponto chave. Infelizmente na minha cidade (Fortaleza – Ceará) as empresas responsáveis pelo fornecimento do acesso cobram absurdos pelo mesmo. Algo em torno de R$ 100,00 a R$ 120,00 pelo mísero 1Mbps. Mas, fora a minha indignação, vemos a velocidade de acesso aumentar substancialmente. Isso com certeza ditará o movimento sugerido pelo pessoal da jolicloud mais do que o nível de segurança. Este será exigido pelas empresas que resolverem se mudar para a nuvem.

Voltando ao Jolicloud, confesso que gostei muito da interface e achei-a intuitiva. Voltado para os famigerados netbooks. No site temos algumas imagens do SO, o manifesto e o hardware que suportam atualmente. Baseado no Ubuntu Netbook Remix, compatível com Linux, Windows, AIR e com aplicações web têm suporte Flash e Gears para web offline.

Mais informações: Jolicloud

Ubuntu System Panel

Na busca de modificar o menu principal do gnome no ubuntu, achei esta dica no fórum do Ubuntu, muito boa esta dica. Agradeço ao colega que a fez.

“Olá a todos, para quem gosta do Ubuntu System Panel, resolvi traduzir o tutorial de instalação dele, o qual pode ser encontrado aqui:
http://code.google.com/p/ubuntu-system-panel/wiki/Installation

AVISO: Se você estiver rodando o compiz/beryl será preciso definir o foco para “Nenhum” para usar o USP (Ubuntu System Panel).

Para realizar a instalação, é necessário que você possua o Subversion, caso não possua faça o download dele através deste comando:
sudo apt-get install subversion

Crie um diretório para baixar o USP nele, e use o comando cd para ir nele, no meu caso usei a pasta SVN com este comando:
cd Área\ de\ Trabalho/SVN

E use este comando:
svn checkout http://ubuntu-system-panel.googlecode.com/svn/trunk/ ubuntu-system-panel

Este comando irá baixar todos os arquivos do USP, após terminar o download, use este comando para ir para a pasta baixada:
cd ubuntu-system-panel

E para instalar, use este comando:
./usp_update install fresh

Pronto, você instalou com sucesso o USP, agora clique com o botão direito no painel, clique em Adicionar ao painel…, vá até o final da lista e adicione o Ubuntu System Panel.”

Modem para banda larga via rede elétrica vai custar R$ 100

Equipamento, que está sendo desenvolvido na Universidade Federal de Juiz de Fora, será produzido no Brasil para diminuir custos.

Como era se esperar, a oferta de banda larga pela rede elétrica em São Paulo, que será feita pela AES Eletropaulo Telecom, e em Curitiba, feita pela Copel, não são fatos isolados.

A guinada rumo ao PLC depende também do modem. Não é possível imaginar consumidores adotando a tecnológia se o preço não for acessível – hoje, importado, este aparelho custa em torno de 400 a 500 reais.

A Universidade Federal de Juiz de Fora está desenvolvendo um modem nacional com preço de 100 reais e com velocidade atual de 500 MB na camada física.

“A idéia é que seja barato. Queremos uma solução com qualidade, feita em território brasileiro, que facilite a popularização”, conta Moises Ribeiro, coordenador do projeto. Ele acrescenta que a velocidade do modem pode “facilmente” subir para 700 a 750 MB na camada física.

Com a produção nacional de modem, a oferta de banda larga pela rede elétrica poderá ter valores mais acessíveis do que as tecnologias de TV a cabo e ADSL.

Para o projeto, a universidade recebeu pouco mais de 1 milhão de dólares da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e parceria de empresas privadas. A produção em escala, relata, deve começar a acontecer em 2010.

O professor Ribeiro destaca que o modem vai funcionar tanto para indoor quanto outdoor. “O seu acoplamento permite isso”, disse. Ele destacou também que “haverá dispositivos para transportar os sinais de ambientes indoor para outdoor”.

Fonte: Computerworld

Criadas imagens quânticas, rumo ao computador quântico

Fibras ópticas transmitem gigantescas quantidades de informação, utilizando fótons individuais. Agora imagine se for possível transmitir uma imagem inteira, formada por bilhões de fótons. E que, se você alterar a cópia dessa imagem que fica na origem, a cópia que chegou ao destino também seja imediatamente alterada, sem necessidade de nenhuma nova transmissão.

Conectadas pela física quântica

São assim as imagens quânticas, demonstradas pela primeira vez por físicos da Universidade de Maryland e do instituto NIST, ambos nos Estados Unidos. Imagens quânticas são pares de padrões visuais complexos, contendo grande quantidade de informação, e que são inextrincavelmente conectadas pelas leis da física quântica.

As duas imagens de cada par são unidas pelo fenômeno conhecido como entrelaçamento quântico. Depois de entrelaçadas, uma das imagens pode ser levada para o outro extremo do Universo, que ela sofrerá as mesmas alterações que forem induzidas na sua “irmã gêmea”. Mesmo sendo duas imagens, elas existem como uma individualidade, não sendo possível falar delas separadamente.

Para fazer as imagens quânticas os cientistas precisaram antes criar dois feixes de luz idênticos que interagem por meio de uma técnica conhecida como mixagem de quatro ondas. Ao contrário de tentativas anteriores, o experimento foi considerado pelos especialistas como extremamente simples, versátil e eficiente.

Aplicações práticas

“As imagens sempre foram o método preferido para a comunicação porque elas carregam muitas informações em seus detalhes,” afirma Vincent Boyer, um dos autores da pesquisa. “Até agora, porém, as câmeras e outros detectores ópticos têm ignorado um monte de informações úteis nas imagens. Tirando vantagem dos aspectos de mecânica quântica das imagens, nós podemos melhorar aplicações que vão desde tirar fotografias de objetos difíceis de se ver até armazenar dados nos futurísticos computadores quânticos.”

“Incertezas” da luz

As fotografias convencionais guardam apenas a cor e a intensidade da luz que incide sobre os sensores (ou sobre os antigos filmes fotográficos). Já a holografia guarda uma informação adicional: a fase da onda, os pontos precisos dos picos e dos vales das ondas de luz.

Só que uma onda de luz é muito mais rica e possui muito mais propriedades do que essas. Mesmo os mais precisos feixes de raios laser apresentam variações sutis porque, como demonstra a mecânica quântica, a luz possui algumas “incertezas” inerentes à sua estrutura. Essas incertezas se apresentam como flutuações nas propriedades do feixe de luz ao longo do tempo – o chamado “ruído”.

É o controle dessas flutuações que permitirá aos cientistas detectar objetos de luz muito fraca, produzir imagens ampliadas de melhor qualidade e produzir raios laser muito mais precisos do que os atuais.

Imagens quânticas congeladas

Vislumbrando futuras aplicações também no campo da computação quântica, os cientistas agora querem “congelar” a luz de suas imagens, produzindo imagens quânticas com luz que viaja a velocidade menores do que a velocidade normal da luz.

Essas imagens quânticas congeladas poderão ser úteis para o armazenamento e processamento de informações em futuros computadores quânticos ou ópticos (veja Cientistas aprisionam arco-íris no interior de um metamaterial).

Fonte: Inovação Tecnológica

MS lança software de virtualização

26 Junho, 2008 renatoxavier 1 comentário

A Microsoft disse nesta quinta-feira que iniciou as vendas de seu novo software de virtualização de servidor seis meses antes do planejado, colocando, assim, pressão na VMware, que é a líder do segmento.

O software de virtualização de servidor permite que uma máquina trabalhe como vários servidores, proporcionando economia em equipamento, eletricidade, manutenção e outros custos.

Clientes da MS podem baixar o produto, o Hyper-V, diretamente de seu site, disse a empresa.

A entrada da MS no mercado de virtualização dará aos consumidores da VMware mais poder de barganha, disse Laura Didio, analista do Yankee Group.

“Os produtos da WMware têm ótima funcionalidade mas vêm com preço alto”, disse ela.

“Eu sempre aconselho às empresas a brigar por preços quando negociarem com as companhias de software”, disse Didio. “O mercado está para os compradores.”

A VMware domina quase que absoluta o mercado de software de virtualização. A EMC possui 86% da empresa. Seus competidores são a Oracle, Citrix Systems, Virtual Iron e Parallels.

Fonte: Info Online

Conheça as opções de certificação em gerenciamento de projetos

A importância de ter uma certificação na área de gerenciamento de projetos é uma discussão freqüente entre profissionais do setor. Ela não garante um bom emprego, aumento salarial ou promoção, mas funciona como uma comprovação de que o profissional tem habilidades técnicas para atuar como gerente de projetos.

“A certificação auxilia na tomada de decisão de quem está contratando, mas não garante a competência do profissional”, diz Keiji Sakai, Head of IT do JP Morgan.

Quem tem interesse em obter uma certificação deve ficar atento às opções existentes no mercado. Entidades como PMI (Project Management Institute), ABGP (Associação Brasileira de Gestão de Projetos) e a Prince2 oferecem diversos tipos e níveis de certificação. A seguir, você confere informações sobre custos, prazos e reconhecimento de cada uma delas.

PMI

PMP: O Project Management Institute oferece a PMP (Project Management Professional), mais reconhecida e tradicional certificação em gerenciamento de projetos em todo o mundo. Há mais de 5,7 mil profissionais PMP no Brasil, segundo dados de março do capítulo de São Paulo do PMI.

Para obter essa certificação, é preciso ter 4.500 horas de experiência e 36 meses em gerenciamento de projetos. Profissionais sem diploma de nível superior devem contar com 7.500 horas e 60 meses de experiência na área. O PMI também exige 35 horas de treinamento na área.

A base para a prova é o PMBOK, compêndio das melhores práticas de gerenciamento de projetos, mas existem treinamentos específicos para o exame, assim como outros livros que podem servir de apoio.

Uma vez certificado, a cada três anos o PMP precisa comprovar, junto ao PMI, que continua se desenvolvendo na área. Para isso, no período, ele deve somar 60 PDUs, que funcionam como créditos que ele acumula ao realizar atividades como palestras, artigos, cursos ou participação em projetos.

Em São Paulo, associados do PMI pagam 405 dólares para fazer a prova. Quem não é associado desembolsa 555 dólares. Informações sobre cursos, material de apoio e como marcar a prova, estão disponíveis no site do PMI.

CAMP: Para profissionais que não têm ou acumulam pouca experiência em liderar um projeto, a indicação do PMI é a certificação CAPM (Certified Associate in Project Management). O exame custa 225 dólares para membros do PMI e 300 para quem não é associado. Há 21 CAMPs no país.

Para se submeter a esta prova, é preciso acumular 23 horas de treinamento em gerenciamento de projetos ou no mínimo 1.500 horas como membro de equipe de projeto. Os candidatos precisam ter pelo menos segundo grau completo.

Esta certificação tem validade de 5 anos e ao final deste período, o profissional pode se submeter a uma nova prova ou optar pela certificação PMP, caso possa comprovar a experiência exigida pelo PMI.

PgMP: A Project Management Professional é voltada para gerentes de programa, ou seja, para profissionais que gerenciam vários projetos de forma coordenada com um objetivo comum.

Quem tem curso superior precisa ter, nos últimos 15 anos, quatro anos de experiência em gerenciamento de projetos e outros quatro em gerenciamento de programas. Se o candidato não tem graduação, deve ter quatro anos de experiência em gerenciamento de projetos e outros sete anos em gerenciamento de programas.

O profissional é avaliado em três etapas. Durante o processo de inscrição, será considerada sua experiência profissional. Se for aprovado, ele passará para a segunda etapa, com uma prova de múltipla escolha sobre questões ligadas à rotina de gerenciamento de projetos.

A terceira fase é um exame 360 graus para avaliar habilidades em tarefas ligadas ao gerenciamento de programas. O candidato também deverá preencher uma auto-avaliação e indicar 12 pessoas como referência para avaliação.

O processo completo custa 1.500 dólares, para associados PMI, e 1.800 dólares para quem não é membro do instituto. Segundo o PMI, há apenas dois PgMPs no Brasil.

PMI-SP: A certificação PMI Scheduling Professional foi lançada recentemente. Ela é voltada para profissionais que respondem pelo cronograma, pelo planejamento de um projeto. O exame custa 520 dólares para associados e 670 para não-associados do PMI.

Prince 2: Mais conhecida na Europa, especialmente no Reino Unido, a Prince2 ainda está dando os primeiros passos na América do Sul. Com proposta totalmente diferente das certificações do PMI, a Prince 2 é uma metodologia e tem como objetivo estabelecer um passo a passo para gerenciar projetos. Ela tem três níveis de certificação: Foundation, Practicioner e Instrutor Certificado.

Os dois primeiros não exigem qualquer tipo de experiência prévia e são cumpridos dentro de um mesmo treinamento de 40 horas, realizado em uma semana. A prova do Foundation acontece na quarta-feira e a do Practitioner, na sexta.

Para passar pelo terceiro nível, o profissional deve comprovar horas de experiência e é auditado pelo OGC (Office of Government Commerce). O exame, neste caso, só pode ser aplicado por um instrutor Prince2 – há apenas dois no Brasil, segundo a Elumini, consultoria oficial dessa metodologia por aqui, que está estruturando um treinamento no país.

O custo estimado do treinamento das duas primeiras etapas é de 7 mil reais por aluno, de acordo com a Elumini. É possível comprar o manual do Prince2, em inglês, pela Internet e fazer as provas na Inglaterra. O valor dos dois exames é 555 libras, aproximadamente 1.760 reais.

No site da APMG, órgão responsável por manter a padronização no treinamento e na certificação da Prince2, há a informação de que é possível fazer testes fora do Reino Unido, no British Council. No entanto, a unidade do Brasil informou que não tem a estrutura necessária para aplicar o exame.

IPMA: A certificação da International Project Management Association, representada no país pela ABGP (Associação Brasileira de Gestão de Projetos), tem quatro níveis: a (diretor de projetos associado), b (gerente de projetos sênior certificado), c (gerente de projetos certificado), d (associado em gerenciamento de projetos certificado).

A estimativa é que existam cerca de 70 profissionais certificados no Brasil, em todos os níveis. A IPMA pretende avaliar não apenas o conhecimento dos profissionais sobre as melhores práticas, mas também suas competências.

As certificações c e d são as únicas que exigem a realização de exames. No d, não é preciso ter qualquer experiência prévia e a avaliação se dá exclusivamente por meio da prova. Já no c, é necessário contar com três anos de experiência e o processo de avaliação envolve entrevista, exame e avaliação do currículo do candidato.

Já o nível b exige cinco anos de experiência em gerenciamento de projetos, dos quais três como gerente de projetos complexos. O candidato também passa por entrevista e avaliação curricular, além de ter que apresentar um relatório de projeto no formato de dissertação.

O nível a ainda não é oferecido pela ABGP, pois a associação terá que trazer profissionais do exterior para certificar pessoas no Brasil. Os requisitos de certificação, no entanto, são mesmos do nível b. A exceção é que o tempo de experiência na área sobe para 10 anos, metade como diretor de programas.

Os custos das certificações para não-sócios da ABGP giram em torno de 650 reais, no nível d; 1.400 reais, no nível c; e 3.450 reais no nível b. Sócios têm desconto de, em média, 20% sobre esses valores.

Para obter o título, candidatos que não-graduados devem ter 5 mil horas em desenvolvimento de cronogramas dentro dos últimos 5 anos e 40 horas de educação formal. Profissionais com curso superior precisam de 3.500 horas em desenvolvimento de cronogramas nos últimos 5 anos e 30 horas de educação formal.

Fonte: Computerworld

Dell anuncia novos serviços de storage e recuperação de desastres

A renovação do portfólio de serviços da Dell, que começou no ano passado em meio a uma crise financeira sem precedentes na empresa, ganhou novos capítulos. A companhia anunciou que vai oferecer ferramentas e consultoria sobre backup e gestão de desastres.

A Dell já tinha feito consultoria de armazenamento e recuperação de desastres, mas será a primeira vez que eles serão colocados de maneira conjunta para o mundo inteiro, disse Paul Kaeley, consultor líder de storage da Dell. O executivo disse que os preços vão ser definidos conforme o tamanho e a complexidade dos projetos.

A oferta de recuperação de desastres terá dois níveis. O primeiro foca nos clientes médios e promete proteger os dados em aplicações críticas e dar as ferramentas para restaurar as operações de TI em caso de desastre.

O segundo nível, mais especializado, está focado em grandes clientes ao criar e implementar planos de recuperação de desastres, prometendo oferecer ferramentas e pessoas para garantir isso.

A guinada da Dell para serviços é tão forte que especialistas apontaram a compra da EDS pela HP por 13,5 bilhões de dólares como uma maneira da HP bloquear o crescimento da rival no segmento de terceirização.

A mudança nos serviços mostra o esforço da Dell de reduzir os custos de manutenção de TI ao customizar o hardware, software e serviços. A empresa comprou companhias como a MessageOne e Everdream para reforçar o seu portfólio de gerenciamento remoto.

Fonte: Computerworld

TIM será 1ª com iPhone 3G, diz Época