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Archive for junho \13\UTC 2009

GDM, xrandr e a resolução correta

13 junho, 2009 2 comentários

Para aqueles que como eu tiveram problemas com o seu monitor LCD Widescreen que possui uma resolução estranha tipo 1280×720, aqui vai uma dica para ubuntu e fedora para deixar a resolução do seu gdm “só o filé”.

Primeiro digite o seguinte comando para obter informações sobre o seu video

$ xrandr -q

o resultado será mais ou menos parecido com esse

Screen 0: minimum 320 x 200, current 1280 x 720, maximum 4096 x 4096

VGA1 connected 1280×720+0+0 (normal left inverted right x axis y axis) 340mm x 270mm

1280×720 59.9*

832×624 74.6

800×600 72.2 75.0 60.3 56.2

640×480 72.8 75.0 66.7 60.0

720×400 70.1

as seguintes linha nos interessa:

VGA1 connected 1280×720+0+0 (normal left inverted right x axis y axis) 340mm x 270mm

VGA1 será a sua saída. Cuidado, pois ela pode vir de outra forma.

E 1280×720 será a resolução desejada.

dela tiraremos o seguinte comando que será adicionado no arquivo /etc/gdm/Init/Default, antes do exit 0.

ubuntu 9.04:

/usr/X11R6/bin/xrandr –output VGA1 –mode 1280×720

Fedora 11:

/usr/bin/xrandr –output VGA1 –mode 1280×720

Reinicie a máquina. E ao reiniciar estará tudo OK.

Abraço e até a próxima.

PS: apesar de não aparecer de maneira adequada em output e mode são dois traços.

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Google estreia banco de dados na nuvem

Sem fazer alarde, o Google acaba de colocar o pé um novo terreno: o de bancos de dados hospedados na nuvem.

O gigante das buscas anunciou no seu blog de pesquisas um banco de dados chamado Fusion Tables, tendo como bandeira principal a facilidade de uso.

“O Fusion Tables não é um sistema de banco de dados tradicional focado em queries complicadas de SQL e processamento de transações”, define o post sobre o novo produto.

A proposta da ferramenta é fundir a gestão de dados com a colaboração, unir múltiplas fontes de dados e discussões sobre eles, consultas, visualização e publicação na web.

Na versão apresentada esta semana, é possível fazer o upload de grupos de dados (por enquanto o limite é de 100MB por conjunto de dados e 250MB por usuário).

É possível abrir todos os dados para colaboração ou manter parte fechada, além de selecionar níveis de compartilhamento com diferentes usuários.

Por enquanto a ferramenta está em fase inicial de testes, mas se o Google entrar com força no segmento poderá desafiar mais um vez gigantes como IBM, Microsoft e Oracle, desta vez em uma nova frente de negócios.

Fonte: Info Online

Nascem as 3 primeiras extensões do Chrome

O Google Chrome deu mais um passo para enfrentar Internet Explorer, Firefox, Safari e Opera. Três extensões experimentais para o navegador já estão na web. Nenhuma delas pode ser chamada de espetacular, muito menos se compara a qualquer um dos milhares de complementos disponíveis para o Mozilla Firefox. Sua criação, mostra, contudo, que o desenvolvimento do browser do Google está avançando a uma velocidade supersônica. Não vai demorar muito até que o software tenha ferramentas suficientes para abocanhar um grande naco do mercado. As três extensões disponíveis na web por enquanto só funcionam na versão para desenvolvedores do Chrome. Ou melhor, funcionavam. Quando o programa evoluiu para da versão 2.0.XX para a 3.0.XX, dois dos três complementos sumiram da barra inferior do browser nos testes que fizemos na INFO: o Subscribe in Google Reader, para assinar RSS, e o BuildBot Monitor. Ainda dá, no entanto, para instalar o útil Gmail Checker, que mostra quantas mensagens estão na caixa de entrada do webmail. Quem optar por fazer isso deve primeiro ativar o canal de desenvolvimento do Chrome, baixando o Chrome Channel Changer – como diria o filósofo Silvio Santos, é por sua conta e risco. Depois, é necessário clicar com o botão direito no atalho do Chrome e, no final do campo “Destino”, acrescentar o termo –enable-extensions. Pronto. É só executar o browser clicando no atalho e entrar na página onde os complementos estão disponíveis. Clique em “Install” e voilà! Ao contrário do Firefox, não é necessário reiniciar para que a extensão funcione. Nos primeiros estágios, todo esse processo era ultracomplicado e dividia-se em intermináveis etapas. Agora, depende de apenas um clique. Para remover o complemento, também não há mistério. Basta digitar chrome://extensions e, depois, clicar em “Uninstall”. E agora, panda vermelho? E agora, Bill Gates?

Fonte: Info Online

Jolicloud – Você nas Nuvens

Estou abrindo com este post uma série de posts sobre este novo tema Computação em Nuvem. O pessoal do Jolicloud em seu manifesto acreditam que a computação em nuvem trata-se de um movimento. Trata-se do barateamento de sistemas computacionais, serviços online tão bons quantos os offline, e preços mais baixos do Mbps trazendo um “movimento” dos arquivos do computador pessoal para a “nuvem”.

Já a um tempo usamos serviços assim (eu, particularmente, utilizo muito os serviços do google), tais como o docs, mail, reader, calendar (todos do google). O dropbox veio para armarzenar os meus arquivos e fazer um sincronismo entre a minha casa e o trabalho. E por último o plugin do Firefox Xmarks joga pra nuvem os meus favoritos do firefox permitindo-me tê-los em qualquer máquina que tenha um firefox e acesso a internet.

Acesso à internet é o ponto chave. Infelizmente na minha cidade (Fortaleza – Ceará) as empresas responsáveis pelo fornecimento do acesso cobram absurdos pelo mesmo. Algo em torno de R$ 100,00 a R$ 120,00 pelo mísero 1Mbps. Mas, fora a minha indignação, vemos a velocidade de acesso aumentar substancialmente. Isso com certeza ditará o movimento sugerido pelo pessoal da jolicloud mais do que o nível de segurança. Este será exigido pelas empresas que resolverem se mudar para a nuvem.

Voltando ao Jolicloud, confesso que gostei muito da interface e achei-a intuitiva. Voltado para os famigerados netbooks. No site temos algumas imagens do SO, o manifesto e o hardware que suportam atualmente. Baseado no Ubuntu Netbook Remix, compatível com Linux, Windows, AIR e com aplicações web têm suporte Flash e Gears para web offline.

Mais informações: Jolicloud